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Delegada acusada de corrupção afirma que dinheiro encontrado era de publicidade

A defesa da delegada Adriana Belém, presa na Operação Calígula, afirma que a quantia encontrada no apartamento da policial é fruto de propagandas feitas no Instagram. A agente tinha forte presença nas redes sociais e aparentava um estilo de vida de ostentação.

Na terça-feira (10), o Ministério Público do Rio de Janeiro encontrou 1,8 milhões de reais na casa da delegada, que foi alvo de um mandado de busca e apreensão. Adriana Belém é acusada de ter recebido propina para liberar máquinas de caça-níquel que foram apreendidas na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O material pertencia a Rogério de Andrade, bicheiro atualmente foragido, e Ronnie Lessa, acusado de ser o executor da vereadora carioca Marielle Franco, em 2018.

A delegada tinha 155 mil seguidores antes da prisão e os números continuam crescendo depois da prisão. Nas redes sociais, Adriana compartilha a vida de luxo. Por isso, a suspeita é que Belém participe também de um esquema de lavagem de dinheiro.

A advogada de Belém, Luciana Pires, disse que vai provar a inocência da cliente.

A defensora também trabalha para Flávio Bolsonaro, o governador Cláudio Castro e o presidente da Assembleia do Rio, André Ceciliano.

Fonte: Band.
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