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Caso Gisele: tenente-coronel é julgado em açlão que pode expulsá-lo da PM

O tenente-coronel da reserva Geraldo Leite Rosa Neto, preso acusado de matar a esposa Gisele Alves, começou a ser julgado em um processo que pode resultar na sua expulsão da Polícia Militar de São Paulo.

Foram definidas as datas das audiências que integram o Conselho de Justificação, procedimento que pode definir o futuro do tenente-coronel na corporaçãoAs audiências estão marcadas para os dias 11 e 14 de maio.

Na ocasião, o conselho formado por quatro coronéis da corporação ouvirá o depoimento de quatro oficiais — sendo três mulheres e um homem.

Após colher os relatos, o grupo deverá decidir se Geraldo Neto possui condições morais de permanecer nos quadros da instituição ou se será oficialmente expulso.

O caso não tem relação com o julgamento do crime, que acontece na Justiça comum. O Tribunal de Justiça Militar deve decidir apenas se ele perderá a patente e não receberá mais o salário.

Tenente-coronel será julgado pela Justiça comum

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiuque o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto deve ser julgado pela Justiça comum, não pela Justiça Militar. Ele é acusado de feminicídio contra a esposa.

A decisão foi do ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que entendeu que a 5ª Vara do Júri de São Paulo é a competente para julgar o caso – ambas as Justiças tinham declarado desejo de analisar o crime. Com a decisão, o tenente-coronel vai ser julgado pelo Tribunal do Júri. A data do julgamento, no entanto, ainda não foi determinada.

Tenente-coronel indiciado por dois crimes

Rosa Neto, que chegou a dizer que a mulher havia se matado, foi preso em 18 de março e indiciado por feminicídio e fraude processual. As investigações mudaram de rumo depois de a família de Gisele insistir que o tenente-coronel era um homem possessivo, impedindo a mulher de usar batom, salto alto e perfume.

Após novas análises periciais feitas no corpo da PM, que precisou ser exumado, a Polícia Civil concluiu que Gisele Alves Santana não tirou a própria vida. A conclusão se baseou na trajetória da bala que atingiu a cabeça dela e na profundidade dos ferimentos, além da posição da arma após a morte.

Fonte: Band.
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