O Hospital Municipal Souza Aguiar, localizado no Rio de Janeiro, emitiu um alerta sobre o crescimento de casos de fratura peniana durante o Carnaval e as festas de fim de ano. Segundo os especialistas da unidade médica, esse aumento está diretamente relacionado a comportamentos típicos das épocas festivas, que registram maior frequência de relações sexuais em locais improvisados.
A equipe do programa Melhor da Tarde discutiu o tema nesta segunda-feira (23). Leo Dias, Chris Flores e Thiago Pasqualotto repercutiram o comunicado do hospital, que busca orientar a população sobre os riscos de incidentes durante os dias de folia.
Riscos de lesões e uso de medicamentos
Thiago Pasqualotto destaca que o risco não se restringe apenas aos locais onde as relações ocorrem. Ele afirma que o uso de remédios como a Tadalafila, voltados para a ereção, tornou-se comum até para atividades cotidianas, como ir à academia, o que considera um absurdo. O jornalista alerta que esses medicamentos mantêm o efeito por períodos prolongados, o que pode levar a acidentes graves se o usuário não tiver cautela.
Chris Flores questionou sobre o uso desses estimulantes em ambientes de exercícios físicos. Leo Dias explicou que, embora o remédio atue como vaso dilatador, o que alguns buscam para o desempenho atlético, a ereção não ocorre sem um estímulo específico. Ele ressalta que é necessário um gatilho emocional ou físico para que a medicação surta esse efeito.
“Fica parecendo uma berinjela”, diz jornalista sobre pós-operatório de fratura peniana
O debate também abordou a gravidade da lesão e as consequências físicas imediatas. Janaina Nunes explica que, após a fratura, o órgão apresenta um inchaço acentuado e coloração arroxeada, comparando o aspecto visual ao de uma berinjela.
Esse tipo de trauma exige atendimento médico urgente e, em muitos casos, intervenção cirúrgica para reparar os tecidos.
Durante a conversa, Thiago Pasqualotto relembrou boatos sobre um cantor sertanejo que teria passado por essa situação, embora o nome não tenha sido revelado. Leo Dias sugeriu que os curiosos pesquisassem o caso na internet, reforçando que o assunto, embora gere curiosidade, é um problema de saúde sério.